jan
26

Desemprego no país em 2011 é o menor em nove anos, aponta IBGE

Do UOL, em São Paulo

A média de desocupação no Brasil em 2011 ficou em 6%, a menor taxa desde o início da série histórica em 2002, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta quinta-feira.

A taxa de desocupação foi estimada em 4,7% em dezembro de 2011, também a menor para o mês desde março de 2002, registrando queda de 0,5 ponto percentual em relação ao resultado apurado em novembro (5,2%) e de 0,6 ponto percentual na comparação com dezembro de 2010 (5,3%).

A população desocupada em dezembro (1,1 milhão de pessoas) caiu 9,5% no confronto com novembro (menos 119 mil pessoas) e 9,4% em comparação com dezembro de 2010 (menos 118 mil pessoas). No ano de 2011, os desocupados somaram, em média, 1,4 milhão de pessoas, 10,4% a menos que em 2010 (1,6 milhão), o que representou menos 166 mil desocupados em um ano. Com relação a 2003, o contingente de desocupados, de 2,6 milhões, caiu 45,3% ou seja, nesse período a redução atingiu 1,2 milhão de pessoas.

A população ocupada (22,7 milhões) manteve-se estável frente a novembro e apresentou aumento de 1,3% no confronto com dezembro de 2010, o que representou elevação de 283 mil ocupados no intervalo de 12 meses. Na média do ano, os ocupados somaram 22,5 milhões de pessoas, um contingente 2,1% maior que o de 2010 (22,0 milhões) e 21,3% superior a 2003.

(Com informações da Reuters)

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jan
18

E-mails mostram que banco PanAmericano fez doações irregulares ao PSDB em AL

Uma troca de e-mails entre diretores do PanAmericano dá indícios de que o banco pode ter feito doações irregulares para a campanha eleitoral do PSDB em Alagoas em 2010. Os e-mails foram encontrados pela Polícia Federal nos arquivos apreendidos na sede da instituição, que pertencia ao empresário e apresentador Silvio Santos e foi vendida ao BTG Pactual após a descoberta de um rombo de R$ 4,3 bilhões no patrimônio do banco. Neles, diretores do PanAmericano avaliam uma suposta proposta feita pelo governo de Alagoas para negociar uma dívida do Estado com o banco em troca de uma “taxa de intermediação” de 25% sobre o valor devido – retorno que poderia ser pago por meio de doação para a campanha do partido.
A dívida de Alagoas com o PanAmericano data de 2006. Entre os meses de fevereiro e dezembro daquele ano, o Estado recolheu, via folha de pagamento, parcelas de empréstimos consignados feitos por servidores, mas não repassou os valores aos bancos. Naquela época, Alagoas era governada por Luís Abílio de Sousa Neto (PDT), que assumiu em março de 2006, quando o então governador Ronaldo Lessa (PDT) licenciou-se para concorrer ao Senado. Em valores históricos, a dívida de Alagoas com a instituição era de R$ 2,7 milhões. Com a correção monetária, somava R$ 3,3 milhões em agosto de 2010.
Até meados daquele ano, com as finanças de Alagoas em crise, nenhuma negociação estava em curso. Mas e-mails trocados entre o então presidente do PanAmericano, Rafael Palladino, seu diretor financeiro, Wilson Roberto de Aro, e o gerente de consignado, Luiz Carlos Perandin, sugerem que havia uma proposta em avaliação.
Em um desses e-mails, Aro questiona Palladino se pode “tocar o acordo abaixo”. O acordo a que ele se refere é esmiuçado em um e-mail de Perandin encaminhado a Aro, no qual ele detalha uma suposta proposta para a liquidação da dívida apresentada pelo secretário de Planejamento e Desenvolvimento Econômico de Alagoas, Luiz Otávio Gomes. No e-mail, Perandin afirma que “na reunião realizada ontem [16 de agosto de 2010] a pedido do governo de Alagoas, o dr. Luiz Otávio Gomes, secretário de Estado, ratificou que a única forma de liquidarem o débito é efetuar o pagamento na forma abaixo, ou seja, retorno de 25% sobre o principal e devolução integral da correção monetária”.
Conforme o relato de Perandin, o pagamento seria feito em quatro parcelas de R$ 827,1 mil e o retorno pela intermediação custaria ao banco 25% do total da dívida – ou seja, R$ 678,5 mil -, além da devolução da correção monetária, o que totalizaria R$ 1,27 milhão, também dividido em quatro parcelas. Perandin ainda afirma, no e-mail, que “em resumo, de um crédito de R$ 2,7 milhões (valor histórico) vamos receber R$ 2,03 milhões” e que “o pagamento do retorno poderá ser a título de doação para campanha do PSDB mediante recibo ou emissão de nota fiscal por empresa que será indicada pelo secretário”. Ao fim do e-mail, o gerente de consignado afirma que, para não expor a empresa na operação, uma alternativa seria efetuar o pagamento “através de notas fiscais emitidas por terceiros sem vínculos de negócios com as empresas do grupo”.
As trocas de e-mails sobre a possibilidade de o PanAmericano receber os valores devidos por Alagoas começaram em 10 de agosto de 2010 e se estenderam até o dia 23 do mesmo mês. Nos arquivos encontrados pela PF não há e-mails que comprovem que o acordo entre o banco e o governo do Estado foi fechado e nem e-mails enviados por Luiz Otávio Gomes.
Procurado pelo Valor, o governador Teotonio Vilela Filho (PSDB) informou, por meio de sua assessoria de imprensa, que “tem total confiança no secretário e que todas as contas do governo estão abertas”. A assessoria afirmou ainda que não há nenhum e-mail do secretário enviado a nenhum dos diretores do PanAmericano e que grande parte do problema dos empréstimos consignados está resolvido. Além disso, informou que os servidores já não têm seus nomes negativados nos serviços de proteção ao crédito e mais de 60% da dívida do Estado com os bancos foi paga até o fim de 2010. A assessoria não soube informar, no entanto, se o restante da dívida foi pago durante o ano passado.
A Polícia Federal em São Paulo, que deve concluir em breve o inquérito que apura fraudes contábeis e crimes contra o sistema financeiro nacional no PanAmericano, encaminhou os arquivos contendo as trocas de e-mails à superintendência de Alagoas. A PF alagoana abriu um inquérito policial específico para apurar indícios de doações irregulares para campanha eleitoral. Procurada pela reportagem, a assessoria de imprensa da PF no Estado informou que não comentaria sobre o inquérito. Do Valor Econômico

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jan
18

Pressão Vereadores admitem mudar regra da Câmara após denúncia

FOTO: DANIEL IGLESIAS – 1.1.2011
Resposta. “Eu julgo que imoral é gastar mal o dinheiro público”,disse Burguês, presidente da Câmara

Após denúncia da reportagem de O TEMPO de que o presidente da Câmara, Léo Burguês (PSDB), destinou R$ 62 mil em recursos de gabinete para a mercearia da madrasta apresentando notas relativas à rubrica “lanche”, vereadores admitiram ontem mudar as regras para a utilização da verba indenizatória. Um grupo de parlamentares já fala até mesmo em um acordo com o Ministério Público.

O caso fragilizou ainda mais a imagem da Casa perante a opinião pública. Pelo menos dez vereadores estão agendando uma reunião para a próxima semana para tratar do assunto. Eles querem elaborar um documento que será encaminhado à Mesa Diretora na primeira semana de fevereiro solicitando que a Casa abra uma discussão ampla, com a participação do Ministério Público (MP), sobre a falta de transparência no uso da verba indenizatória.

O promotor de Defesa do Patrimônio Público João Medeiros, responsável por uma ação que questiona a utilização na Justiça, confirma que já foi procurado por vereadores. “Alguns já manifestaram, informalmente, o desejo de mudar essa situação. Eles também estão incomodados”, afirma.

O grupo é capitaneado pelo vereador Ronaldo Gontijo, primeiro secretário da Mesa. Segundo ele, a ideia é formular um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) com o MP para que alguns bens e serviços utilizados pelos parlamentares passem a ser oferecidos por uma empresa contratada pela Câmara por meio de licitação.

“Muitos itens, como postagem de correspondências, combustível e manutenção e locação de veículos podem ser transferidos para a Casa. Ficaria até mais tranquilo para a gente exercer nosso mandato”, avalia.

A concentração de serviços para manutenção do mandato nas mãos da Câmara era adotada pelo Legislativo da capital até 1997, quando foi criada a regra atual. A ideia do grupo é adotar um método que inclua os dois sistemas de gestão: 70% dos R$ 180 mil anuais a que o vereador tem direito seriam administrados pelo Legislativo por meio da contratação de empresas por licitação; os outros 30% seriam utilizados conforme as regras da verba de gabinete.

Personagens. O grupo que lidera as discussões sobre o uso da verba tem como integrantes alguns dos vereadores que mais gastaram a rubrica no ano passado: Bruno Miranda (PDT), R$ 180 mil; Silvinho Rezende (PT), R$ 179,3 mil, e o próprio Gontijo, R$ 177,7 mil.

Contudo, eles se dizem dispostos a abrir mão de parte da bolada anual. “Nós podemos rever esse valor com tranquilidade, reduzir onde tiver que reduzir”, afirma Silvinho Rezende.

“Meu mandato é ativo e isso gera um custo. Mas podemos ter uma solução sem que cada vereador contrate a empresa que quiser do jeito que quiser”, completa Bruno Miranda.

Via: O Tempo

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jan
17

Integração Nacional autoriza repasse de R$ 10 milhões para Minas

Agência Brasil

Publicação: 17/01/2012 11:17 Atualização: 17/01/2012 11:52

Técnicos da Defesa Civil e do CPRM Servico Geológico do Brasil permanem em Mariana periciando as encostas que se encontram em risco por causa das chuvas  (Jackson Romanelli/EM 15/01/2012   )
Técnicos da Defesa Civil e do CPRM Servico Geológico do Brasil permanem em Mariana periciando as encostas que se encontram em risco por causa das chuvas

Brasília – O Ministério da Integração Nacional autorizou o repasse de recursos para ações de defesa civil nos estados do Rio de Janeiro e Minas Gerais. As portarias foram publicadas nesta terça-feira no Diário Oficial da União.

Para Minas Gerais o valor do repasse chega a R$ 10 milhões. A primeira parcela será no valor de R$ 3 milhões e as demais ainda serão definidas após apresentação das necessidades previstas.

Para o Rio de Janeiro, o montante será também de R$ 10 milhões, sendo que a primeira parcela será no valor de R$ 1.017.600. Da mesma forma, as demais parcelas serão definidas após apresentação das necessidades previstas.

De acordo com a Defesa Civil de Minas Gerais, 174 municípios decretaram situação de emergência em função das chuvas que atingiram o estado. Mais de 50 mil pessoas estão desalojadas ou desabrigadas. A chuva atingiu mais de três milhões de pessoas e 15 morreram.

No Rio de Janeiro são 16.319 desalojados e desabrigados, três desaparecidos e 20 mortos, segundo a Defesa Civil.

Em Minas Gerais alguns municípios foram contemplados individualmente: Cipotânea (R$ 150 mil), Muriaé (R$ 450 mil), Ouro Preto (R$ 300 mil), Vespasiano (R$ 150 mil). Já no Rio de Janeiro o único município contemplado foi Sapucaia (R$ 150 mil), enquanto Laje do Muriaé teve reconhecida a situação de emergência.

Os recursos serão empregados na execução de ações de socorro, assistência às vítimas e restabelecimento de serviços essenciais. O prazo de execução das obras e serviços se estende a um ano.

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jan
16

Banco Central aponta que economia retomou crescimento em novembro

A economia brasileira voltou a crescer em novembro, interrompendo uma sequência de três quedas seguidas, segundo dados do Banco Central. O índice de outubro foi revisado para baixo - mostrando agora queda de 0,50%, ante a baixa de 0,32% na leitura anterior. A redução é considerada um sinal de que o impacto da crise externa sobre a economia pode ter sido maior do que o estimado.

Os números foram divulgados a dois dias da decisão de política monetária, na qual espera-se que a Selic sofra novo corte de 0,5 ponto percentual.

O Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br), considerado uma espécie de prévia do Produto Interno Bruto (PIB), subiu 1,15% em novembro ante outubro, segundo números com ajuste sazonal. Economistas consultados pela Reuters projetavam avanço de 0,85%, de acordo com a mediana das previsões.

No acumulado de 2011 até novembro, a alta do IBC-Br ficou em 2,88%, enquanto o crescimento em 12 meses foi de 3,04%.

De acordo com o relatório Focus do BC, o mercado espera que a economia tenha crescido 2,84%, segundo a mediana das estimativas. Se confirmado, o número marcará uma forte desaceleração ante o crescimento de 7,5% registrado em 2010.

O IBC-Br incorpora variáveis para o desempenho dos três setores básicos da economia: agropecuária, indústria e serviços. Devido a essa abrangência, o cálculo mensal do BC antecipa um indicador similar ao PIB, soma das riquezas produzidas no país e medido pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Estagnação

No terceiro trimestre, o PIB brasileiro ficou estagnado ante os três meses anteriores, levando o governo a anunciar um pacote de medidas para dar novo estímulo à economia, sobretudo pelo canal do consumo das famílias, que nos últimos anos tem sustentado o crescimento e que registrou queda entre julho e setembro.

O BC também agiu para dar suporte à atividade ao iniciar em agosto um ciclo de afrouxamento monetário, surpreendendo parte dos agentes e utilizando como justificativa as incertezas no cenário internacional. Desde então, a autoridade monetária já cortou o juro em três ocasiões, cada uma em 0,5 ponto, em meio à desaceleração na economia brasileira diante do agravamento na crise de dívida na Europa.

Copom

O Comitê de Política Monetária (Copom) inicia na terça-feira (17) o encontro que decidirá no dia seguinte o rumo da Selic, juro básico da economia. Com base no relatório Focus e a curva futura de juros, o mercado financeiro prevê um corte de 0,5%, que levaria a taxa -hoje em 11 por cento- para 10,5 por cento, menor nível desde julho de 2010, quando estava em 10,25%.

A dúvida de investidores recai sobre as próximas duas reuniões, em março e abril. O relatório Focus mostra mais duas quedas de 0,5 ponto cada, mas a curva futura de DI indica um mercado ainda dividido entre um corte de 0,25 ponto e de 0,5 ponto, e sem expectativa de redução na taxa no restante do ano.

Fonte: Uol Notícias

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jan
16

Amaury Ribeiro Jr. diz que CPI mostrará que privatizações foram ‘roubalheira geral’

Autor de “A Privataria Tucana” aposta que face autoritária e blindada pela mídia de Serra será exposta com investigação na Câmara a partir de fevereiro

Por: Raoni Scandiuzzi, Rede Brasil Atual

São Paulo – Autor de um dos livros brasileiros mais vendidos em dezembro de 2011 e janeiro deste ano, o jornalista Amaury Ribeiro Jr. afirmou que vê com naturalidade a reação do ex-governador José Serra (PSDB) ao conteúdo de “A Privataria Tucana”. Para ele, quando a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar as privatizações promovidas durante a década de 1990 for instalada na Câmara Federal, o tucano terá revelado seu lado “autoritário” e blindado pela mídia.

“A Privataria Tucana” apresenta indícios claros, a partir de documentos públicos ou obtidos legalmente, de um esquema bilionário de fraudes no processo de privatização de estatais durante o governo de Fernando Henrique Cardoso. Serra, que era o ministro do Planejamento, gestor do processo, tem parentes e pessoas próximas acusadas de envolvimento com movimentações de contas em paraísos fiscais, além de operações de lavagem de dinheiro. O jornalista acusa ainda o ex-caixa de campanha do PSDB e ex-diretor da área internacional do Banco do Brasil Ricardo Sérgio de Oliveira de ter atuado como “artesão” da construção de consórcios de privatização em troca de propinas.

O pedido de CPI da Privataria foi protocolado pelo deputado federal Protógenes Queiroz (PCdoB-SP) em dezembro, com 185 assinaturas, 14 a mais do que o mínimo exigido para abertura da comissão na Câmara. Ele obteve o compromisso do presidente da Casa, deputado Marco Maia (PT-RS) de que haveria encaminhamento da demanda em fevereiro, após o recesso parlamentar de fim de ano.

Serra chegou a chamar o livro de “lixo” e, mais recentemente, disse também que a CPI para investigar as revelações presentes no documento não passava de uma “palhaçada”. Ribeiro Júnior disse receber as manifestações sem surpresa, mas retrucou afirmando que o ex-governador é “um cara autoritário”, e que isso se deve à misteriosa blindagem que a mídia mantém em torno dele.

“Ele (Serra) está tentando me desqualificar porque não tem como explicar as coisas que estão lá (no livro), porque são inexplicáveis. Ele tenta usar outros caminhos para se defender”, avalia. “Embora utilize um discurso democrático, ele não sabe tratar as pessoas, não sabe lidar com (críticas feitas por) jornalista”, criticou Ribeiro Júnior.

Ribeiro ainda enxergou com bons olhos a investigação que será realizada pela CPI, que segundo ele, “servirá para aprofundar os trabalhos, trazer fatos novos”. O autor acredita que com uma apuração mais aprofundada, utilizando-se todos os instrumentos legais de uma CPI, muita novidade irá surgir.

“(A CPI) Vai mostrar que a coisa foi muito maior. Vai mostrar que foi uma roubalheira geral, que foi só para enriquecer pessoas mesmo, e que o patrimônio do Brasil foi lapidado para enriquecer pessoas ligadas ao tucanato. Com certeza vai chegar a valores assustadores e nomes grandes”, previu.

O jornalista também alertou para possíveis tentativas da velha mídia de tentar abafar os trabalhos da CPI. “Com certeza eles vão tentar esconder, como fizeram na época do Banestado. Eles não vão destacar porque muitos desses órgãos de comunicação se beneficiaram das privatizações.”

Mais denúncias

Ribeiro relatou que está trabalhando em três outras reportagens, que podem render material para novos livros. “Este ano ainda vou soltar outro livro, mas vamos decidir qual será a prioridade”, falou. Sem revelar os conteúdos, o autor adiantou que um deles trata das artimanhas de uma mineradora para “fraudar o pagamento de royalties”.

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